Music

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"I'm aware of a few very good sound alchemists coming out of Portugal and I'm happy to add Cabral on this precious list.
I detect a basic passion in this man's vision that's much more appreciable in these times of undeserved credits to hollow last-hour participants."

Massimo Ricci
[ Touching Extremes editor, Paris Transatlantic Magazine contributor ]


"O trabalho de Miguel Cabral vem incidindo na construção e no uso de instrumentos de sua própria invenção, regra geral reciclando mecanismos de aparelhos do quotidiano e utilizando de formas inventivas e inusuais os recursos básicos da electricidade. Elegendo os conteúdos de um ferro-velho ou da oficina de um técnico de electrónica como a sua matéria-prima, a arte sonora do antigo membro do grupo de 'avant pop' Mola Dudle (também arquitecto e artista visual) tem-se distinguido no panorama da música criativa portuguesa. Desde a 'latacantante', um banjo eléctrico feito a partir de uma caixa de bolachas e munido apenas de duas cordas, com ligação a dois velhos Revox para trabalho de 'looping', a um painel em que simples interruptores accionam circuitos internos da mais variada índole ou a uma caixa percussiva com diversos objectos em sobre-amplificação, Cabral é um músico de muitos recursos e ideias. Sempre com um imperativo: o de que tudo o que faça tenha um carácter rudimentar e cru, consequência talvez dos seus inícios no punk."

Rui Eduardo Paes
[ crítico de música, ensaísta, editor da revista Jazz.pt ]


"Miguel Cabral é um músico multifacetado, não só pela sua característica como poli-instrumentista, mas também pela sua capacidade de estender a sua linguagem a várias áreas ou tipologias musicais. É em primeiro lugar um improvisador, independentemente do instrumento ou eco-sistema instrumental que use, mas também teve e tem projectos ligados a outras áreas: rock art, electrónica, concreta... Pertence àquele grupo restrito de músicos que constrói os seus próprios instrumentos, o que faz dele também um lutier/músico. Nas suas improvisações que podem oscilar do subliminal ao noise está sempre presente o Humor. O Humor como catapultador de energias para a sopa primordial que é a gramática e a sintaxe de Miguel Cabral."

Vitor Rua
[ músico, compositor / improvisador ]

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